sábado, 27 de outubro de 2007

Paixão: "do Latim: passione, sofrimento"

Mais uma vez apareço por este espaço infame ...

Antes de mais nada, quero me desculpar por qualquer erro de digitação que tenho certeza que vai aparecer nessa porcaria de blog. Primeiro pq eu estou bebado ... e segundo pq não tenho o desprazer de reler o que escrevo, ja que como disse uma vez, eu nunca releio as idías idiotas que me afloram a mente. Se um dia fizesse, tenho certez aque jamais tirnoria público estes pensamentos.

É ... eu sei que fiquei um bom tempo sem escrever nada qui .... mas entenda ... eu preciso de motivação pra escrever. Qualquer que seja .... quer seja amorosa, quer seja fraternal, quer seja profissional. Aliás, se for parar pra pensar, todas as grandes atitudes e realizações do homem, tinham uma motivação. Ta certo que muitas vezes, essa motivação é financeira, mas não deixa de ser motivação.

Procure no dicionário o significado de "paixão".

A minha motivação sempre foi a paixão, não no sentido stricto da palavra, mas no sentido lato. Não to falando daquela paixão que move os amantes (apesar que aquela paixão é a mais arrasadora de todas, já causou inúmeras guerras na história da humanidade), mas falo da paixão como um sentimento que é capaz de te levar a fazer coisas nunca antes imagináveis. Mas assim mesmo vc faz ... e só vê a merda que fez, depois que já está feita. E o pior, é qu e vc sabe lá no fundo de vc mesmo, que se pudesse fazer fazer e/ou escolher outra vez, faria tudo novamente.

Não sei se vc que tá lendo esse lixo de palavras amontoadas sem sentido e sem fundamento algum, concorda com tudo isso, mas se não concordar, foda-se! Eu to cagando e andado com o que vc pensa e deixa de pensar, afinal, como eu já repeti trocentas vezes, eu escrevo isso pra mim mesmo. Foda-se o que vc acha ou deixa de achar.

Já fui censurado milhares de vezes por ser extremamente passional. Muitas vezes mesmo, por todas as pessoas que já fizeram e fazem parte da minha vida. Já me fodi outra tantas milhares de vezes por ser tão "passional" como me rotulam. E tenho certeza que vou foder outra tantas até chegar a minha hora de fazer a passagem pro lado de lá.

Mas de uma coisa eu tenho certeza, se um dia pudesse escolher, mil vezes escolheria fezer as mesmas merdas, as mesmas atitudes passionais e inconsequentes que ja tomei. As vezes dói, não tenho dúvidas que dói. Mas a recompensa, mesmo que momentânea, paga qualquer preço. por mais caro que seja. O sentimento de estar vivo e sentir o vento batendo na cara, não tem preço. Nunca. Viva sempre, não exista!

(pausa pra comer o miojo, às 03:30hs da manhã)

Voltando ... quero deixar claro que odeio miojo, mas como bom estudante, fodido e sem grana, é a única coisa que tem e também a única coisa que sei fazer.

Salve engano, eu estava falando de paixão. A paixão que move montanhas, que faz vc mover as montanhas. Ou apenas ir até a montanha.

Seria um erro ser movido por essa paixão? Será que um dia eu vou ter essa resposta? Será que um dia essa resposta estará escrita em algum livro? Ou em algum blog de algum cretino que escreve de madrugada incessantemente? Provavelmente não ... Mas eu vou ter essa resposta um dia, talvez a tenha apenas no fim da jornada, dessa epopéia que percorremos nesse mundo. Ou até mesmo do outro lado, revivendo e revendo todos os passos dados e atitudes tomadas nesse lado de cá.

Pensando bem, para que eu quero saber se estou certo ou não? Isso não vai mudar nada mesmo! Eu vou continuar a ser esse indivíduo movido ppor paixão e emoção, extremamente inconseqüente e insano. Vivendo todos os dias como se fossem os últimos. Então, de que me adiantaria saber se estou certo ou errado? Foda-se! Não vou mudar. Não nesta vida!

Não vou reler tudo o que escrevi antes, mas tenho certeza que não falei nada com nada. Isso está parecendo uma prova de filosofia ... eu nunca soube porra nenhuma de filosofia, mas escrevi um monte de coisas sem sentido várias vezes e deu certo quase sempre. A "Arte de encher Lingüiça".

Esse é o grande motivo pelo qual sempre evito escrever sob o efeito inebriante do álcool. O deus Baco sempre me confunde as idéias e acabo escrevendo textos enormes sem ter dito nada que mereça ser lembrado.

Por exemplo, se a amiga da Drix que leu as outras postagens se baseasse no que foii escrito há pouco, com certeza ela não deixaria os 2 comentários no texto anterior. A bebida é uma bosta. Mas eu gosto pra canário!

Prometo não ficar tanto tempo longe desse espaço infame e escrever algo que valha a pena da próxima vez. To me sentindo meio burro hoje.

Odeio me sentir assim ... burro!

Sem mais,

O Viajante

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Ele e Ela (que fala ... e como fala)

Salve dementes!

Após um longo e tenebroso inverno, cá estou eu novamente a escrever meus pensamentos infames e quase sempre noção ... mas foda-se! Eu to escrevedo pra mim mesmo, já reiterei isso várias vezes.

Antes de efetivamente começar a poluir a mente de quem tem coragem, paciência e insanidade o suficiente para acompanhar o quanto publicado nesse espaço surtado, quero deixar consignada em ata que estou namorando. E ela que fala, e como fala, finalmente desistiu desistiu de lutar contra. E hoje eu estou feliz. Simples assim ... feliz! Feliz como há muito não ficava. Feliz e pronto.

Tem coisas e pessoas que acontecem na nossa vida, que não entendemos o porquê, nem quando e tampouco como ... e de repente, já aconteceram. Acontecem numa velocidade estonteante e de maneira tão intensa quanto a cor do sangue que corre nas veias do loucos.

Sim, depois de muito penar e insistir (muitas vezes contrariando o bom senso e o senso de autopreservação), eu consegui. Já repeti várias vezes como ela me faz sentir bem. Como ela faz com que sinta vontade de seguir adiante, mesmo sem ter certeza nenhuma do que to fazendo. É ... ela realmente me faz bem.

Após tanto tempo sem escrever nesse espaço infame, acreditei que teria muitas idéias, pensamentos e teorias estapafúrdias. Não é o que está acontecendo (ao menos nesse momento). Pode ser que conforme eu vá escrevendo, como já aocnteceram em outras oportunidades, as teorias insanas comecem a fluir. Mas por enquanto, não me vem nenhuma inspiração. Talvez eu só funcione (literalmente falando) quando estou esperando, ou ainda quando esteja frustrado com o mundo e seus hóspedes. E hoje, após um dia perfeito e sensacional, a minha cabeça está um tanto quanto anestesiada. Nem o eterno e insuperável Pavarotti faz a minha mente produzir.

Falando em Pavarotti, outra madrugada dessas, estava escutando Miserere, interpretado brilhantemente pelo maior de todos junto com David Zucchero, um dos grandes cantores italianos (sim, esse espaço infame também é cultura!! acredite ou não). Se quiser entender o que estou tentando explicitar, procure a letra no vagalume ou qualquer outro site de letras de musica, que vc encontrará facilmente.

Continuando, já me perguntei inúmeras vezes por que trabalhamos, por que acordamos cedo todo dia (odeio do fundo da minha alma acordar), ou então por que nos sacrificamos às vezes, ou ainda por que vivemos essa vida de labuta diária de formiga, e não aquela vida de cantoria de cigarra? Por que??? Vc saberia me dizer? Por que????

De repente, ouvindo essa música, talvez eu tenha chegado à minha resposta. Digo minha reposta, uma vez que a minha tese insana (como quase todas que me brotam na minha cabeça viajante) só funcione para mim, na minha realidade ou na minha ideologia de vida e morte.

Acredito que sempre estive (ou estivemos?) fazendo a pergunta errada. Não devo perguntar "por que?". A minha teoria louca reduz-se a apenas mudar o pronome. Eu deveria me perguntar "por quem?" Qual o sentido de acumular riquezas? De trabalhar pra ganhar a miséria (que eu ganho) de salário??? Qual o sentido de acordar cedo e trabalhar como um burro de carga o dia todo, depois estudar como (não sei qual animal que estuda) um beócio a noite e não ter tempo pra ler um bom livro ou ouvir boa música? Qual o sentido de disso tudo? Por que vc trabalha? Por que eu trabalho? Por que o mundo (quase) todo trabalha?

(em tempo: vc que está perdendo tempo lendo isso, pode comentar se concorda com tias asneiras ou não, se não quiser comentar, foda-se!)

Eu descobri que trabalho por alguém e quero ter alguma coisa na vida (materialmente falando), apenas para poder proporcionar algo de bom a alguém importante na minha vida. É óbvio que posso estar pensando nisso agora, porque quero dar o melhor pra minha namorada (obs: gostei de escrever isso). Mas antes dela acontecer, ela que fala e como fala aparecer, eu já pensava em mil maneiras de conseguir as coisas pra minha família. Conseguir dinheiro o suficiente pros meus pais pararem de trabalhar como dois burros de carga. Ou então, ajudar os cabeçudos dos meus
irmãos a seguir em frente com a vida deeles com o menor esforço possível. Hoje, eu penso também em conseguir ajudar a fazer do meu sobrinho (que nascerá em poucas horas e que será assunto de outro post) um vencedor, assim como meu pai e minha mãe estão conseguindo fazer comigo e os cabeçudos citados anteriormente.

Ademais, vc já que está lendo esse monte de palavras, talvez sem nenhum sentido, já viu caixão funerário com gavetas? Acho que não! Pelo menos eu não vi. O que quero dizer, é que tudo que vc conseguir juntar de riqueza material ficará aqui quando vc passar pro lado de lá. E vc vai passar, isso é fato! Uns antes, outros depois, mas todos passarão.

Algum estúpido imbecil pode até usar esse meu pensamento absurdo e pensar que se é preciso trabalhar para alguém, que esse alguém seja eu mesmo. É ... se vc é um filho da puta egoísta de merda, até pode pensar isso. Contanto que vc saiba que vc é um merda que vale menos que nada. Vc que pensa desse modo, ia ser ofendido de rato de esgoto, mas até os ratos de esgoto sabem viver para os outros. Enfim, se vc é um morfético egoísta no inferno, saiba que minha teoria também se aplica a vc, haja vista que se vc apenas pensa em vc mesmo, a pergunta ainda continua sendo "por quem?".

Dessa vez eu consegui ser mais confuso que o normal, e não vou reler todas as asneiras que fiz questão de registrar nesse espaço infame, pq se o fizese, com certeza apagaria tudo. E definitivamente, eu tenho quase certeza que "não me fiz claro" (parafraseando um professor).

Talvez eu tenha escrito tudo isso pq a aprtir de hoje eu tenho mais alguem para pesar no meu "por quem?". Talvez ... quem vai saber o que se passa na mente de alguém que viajar constantemente para lugares incertos, intensos e passionais?

Cumpre ressaltar que eu to feliz! E ela que fala, e como fala, tem uma culpa absurda em tudo isso que está acontecendo na mina vida atualmente. Inclusive ela é maior culpada por eu estar escrevendo todas essas loucuras publicamente. Já fiquei sabendo que até existe a versão impressa dessas teorias absurdas e idéias estapafúrdias correndo pelo interior de São Paulo(Drix, vc é realmente incrível).

Ela, que fala e como fala, está sendo muito importante na minha vida mesmo. Ela não deve nem imaginar o bem que ja fez e continua fazendo.

Finalizando, eu sabia que o mestre Pavarotti não ia me abandonar, e tudo essas insanidades foram escritas sob o som do mestre Pavarotti. Grande inspiração ... quase divina.

p.s: olha a hora que O Viajante resolve escrever...

Sem mais,